Uma leitura honesta do que você já tem, com o que corrigir primeiro e o que pode esperar.
Serve para quem já tem sistema rodando e desconfia que está pagando caro por algo que deveria ser simples, ou para quem vai começar e não quer descobrir o erro de arquitetura depois de seis meses de código.
Olho desempenho, arquitetura e o custo de manutenção do que existe. O que entrego é direção: onde dói, por que dói, o que quebra quando crescer, e em que ordem mexer.
Consultoria que não deixa a sua equipe capaz de seguir sozinha não serviu para nada, então o relatório vem em língua de gente, não em jargão.
Costuma render mais do que parece: metade do que trava um sistema não é decisão difícil, é decisão que ninguém tomou porque ninguém queria ser o dono dela.
Construir o que foi decidido, para web, celular ou desktop, com o back-end que sustenta.
A parte em que eu ponho a mão. Interface em React, Next.js e React Native, aplicação de desktop quando o uso pede, e do outro lado APIs em Node, NestJS, Go e Python, com o banco escolhido pelo formato do dado e não pelo hábito.
Integração costuma ser onde o projeto trava, então trato como trabalho de primeira classe: sistema de terceiro, gateway de pagamento, serviço de governo, e o que mais precisar conversar sem derrubar o resto quando ficar lento.
Já trabalhei em volume alto, onde milhões de registros por dia passam por uma esteira distribuída e um campo errado vira cobrança errada. Isso muda como eu escrevo até o código simples.
Pego projeto do zero e projeto que já existe. No segundo caso, a primeira entrega costuma ser entender o que está lá antes de mexer.
Onde o sistema roda, como ele sobe, e como você descobre que caiu antes do cliente contar.
Configuro servidor em nuvem e servidor físico, com o que vai em volta: domínio, certificado, backup, e o processo de publicar que não depende de alguém lembrar a sequência certa.
Contêiner e orquestração com Docker, Docker Swarm e Kubernetes, no tamanho do problema. Time pequeno raramente precisa de cluster, e vender complexidade a mais é o jeito mais rápido de deixar uma equipe presa a algo que ela não consegue operar.
A parte que eu não pulo é observabilidade: métrica, log e alerta em Grafana, Prometheus e Loki. Sistema que só avisa por reclamação de cliente já falhou duas vezes, e a segunda foi você não saber.
Do script de mecânica ao jogo completo, incluindo o que roda dentro de plataforma de terceiro.
Jogo é o software em que desempenho não é otimização, é requisito: quadro que atrasa o jogador sente na hora, e não existe "carrega em dois segundos" aceitável no meio de uma partida.
Trabalho com Lua, que é a linguagem de script da maioria das engines e das plataformas que aceitam mod, e com JavaScript e TypeScript para jogo que roda no navegador.
Serve tanto para o jogo inteiro quanto para a parte que trava: mecânica específica, sistema de progressão, integração com serviço externo, ou performance que caiu e ninguém achou por quê.
Aquela tarefa manual que alguém faz toda semana e ninguém mede o custo.
Toda operação tem uma: exportar planilha, renomear arquivo, conferir dado entre dois sistemas, mandar o mesmo relatório todo mês. Ninguém soma essas horas, e elas são caras porque saem do tempo de quem sabe fazer outra coisa.
Automatizo esse tipo de tarefa, integro sistemas que não conversam, e monto rotina que roda sozinha e avisa quando falha.
A parte que importa é a última: automação que quebra em silêncio é pior que trabalho manual, porque o erro só aparece quando já virou problema.
Planilha bagunçada, exportação de sistema antigo, arquivo que não abre no formato certo.
Migração de sistema, importação de base e integração com terceiro quase sempre esbarram na mesma coisa: o dado existe, mas não no formato que o outro lado aceita.
Trato, limpo, deduplico e converto grandes volumes entre formatos, com validação para que o erro apareça antes de entrar no sistema, e não depois.
Já fiz isso em escala de telecom, onde o arquivo do dia tem milhões de registros e um campo errado vira cobrança errada.